segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lançamento do livro: Gênero e Práticas Culturais: desafios históricos e saberes interdiciplinares

Olá Gente!
Esse post é pra convidá-los para o imperdível lançamento do livro "Gênero e Práticas Culturais: Desafios históricos e saberes interdisciplinares", que acontecerá em João Pessoa nesta quarta-feira (24).
O livro é organizado pela professora Idalina Maria Freitas Lima Santiago, integrando do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA)e coordenadora do Grupo Flor e Flor: estudos de gênero da UEPB, juntamente com os professores que compõem o Grupo de Estudos e Pesquisas "História, Sociedade e Educação no Brasil", Charliton José dos Santos Machado e Maria Lúcia da Silva Nunes, da UFPB.

Vejam o convite com demais informações:



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Governo lança programa para inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho

11/08/2011 - 18h11
Brasília – O governo lançou hoje (11) o programa Mulheres Mil que pretende formar e inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho até 2014. O Mulheres Mil, que faz parte do Plano Brasil sem Miséria, quer dar acesso à educação profissional a mulheres em situação de vulnerabilidade social, como mães solteiras, ou chefes de família, que não tiveram oportunidade de estudar e nem de ser inseridas no mercado formal. O programa é executado em parceria pelos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e pelas secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.
O Mulheres Mil foi implantado como projeto piloto em 2007, em parceria com universidades canadenses. Por intermédio de 13 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, o projeto atendeu mil mulheres em 13 estados do Norte e Nordeste. Agora, será efetivado em todo o país e, ainda neste ano, 100 campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica deverão beneficiar 10 mil mulheres com a aplicação do programa.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o programa Mulheres Mil é uma ação do ministério que pretende cumprir com o desafio proposto pelo atual governo, o da erradicação da miséria. “Todas as secretarias do Ministério da Educação estão mobilizadas com o Plano Brasil sem Miséria”.
Presente no lançamento do programa, a secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Iriny Lopes, ressaltou a importância da capacitação. “O plano de enfrentamento à miséria identificou 16,2 milhões de pessoas que precisavam de um programa voltado para elas. A maioria dessas pessoas é composta por mulheres, como chefes de família, negras e aquelas em situação de maior vulnerabilidade. Então, o Mulheres Mil dará capacitação para que elas possam entrar no mercado de trabalho”.
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, explicou a importância do programa. “No Plano Brasil sem Miséria, nós não queremos só levar renda para as famílias, mas também garantir inclusão produtiva e acesso a serviços públicos. O Mulheres Mil vai ser estratégico, qualificando e formando 100 mil mulheres, melhorando a condição de conhecimento e de qualificação profissional delas, para que assim, consigam ter acesso a vagas de emprego”.
Também esteve presente no evento Ilda Maria Vital de Oliveira, uma das alunas formadas pelo projeto piloto do programa. “Graças ao projeto, eu tive a oportunidade de ter uma profissão e começar a trabalhar. Em 2008, quando comecei o curso, estava desempregada. Depois do curso de camareira, consegui emprego em um hotel em Fortaleza e estou lá há dois anos. O curso mudou a minha vida e a minha família”, contou Ilda.
 


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

III SEMINÁRIO NACIONAL GÊNERO E PRÁTICAS CULTURAIS: OLHARES DIVERSOS SOBRE A DIFERENÇA




PRAZO PARA ENVIO DE RESUMOS: 15 AGOSTO 2011
LOCAL: UFPB - João Pessoa-PB       
DATA: 26, 27 e 28 de Outubro de 2011.
Apresentação

HISTÓRICO E OBJETIVO: O III Seminário Nacional Gênero e Práticas culturais é fruto do amadurecimento da parceria acadêmica entre a Universidade Federal da Paraíba-UFPB e a Universidade Estadual da Paraíba-UEPB, desde 2007, quando se organizou a primeira edição, reunindo participantes oriundos de diversos estados do Brasil. Após avaliações e rediscussões, tanto nas reuniões das comissões organizadoras, quanto em outros eventos da área Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, apresentamos esta terceira edição, esforço coletivo para conhecer e socializar a produção intelectual desse campo de conhecimento, a partir a temática central: Olhares diversos sobre a diferença. Na sua terceira edição, o evento propõe a reflexão sobre os processos sociais que tem convertido as diferenças sociais em fontes de discriminação e desigualdades, propondo o diálogo entre diversas epistemologias contemporâneas (pós-modernas, pós-estruturalistas, feministas, teoria Queer, Estudos Culturais, Estudos Subalternos) que refletem sobre a forma como tais processos de diferenciação são construídos. Uma segunda preocupação que orienta a realização do evento é a criação de espaços de diálogo entre os saberes da academia e movimentos sociais cujo campo de atuação é perpassado pelas questões abordadas. Trata-se de articular tais saberes para identificar como o ato de instituir o diferente como periférico, deficiente e desigual alimenta a capacidade regenerativa do sistema dominante, pela subsunção das diferenças a modelos homogeneizantes, que utilizam as diferenças como meros fragmentos, produzindo, a partir destas, sistemas de cassificações, segmentações e fronteiras compactas e homogêneas. Tem-se assim um contexto que demanda a (re)invenção de estratégias políticas, capazes de subverter esses modos de vida, potencializando diferenças e singularidades e articulando espaços que desafiem limites impostos pelo sistema em prol de uma democracia que garanta a convivência e assegure direitos sem negas as diferenças. 


PROGRAMAÇÃO
Dia 26: Quarta-feira Noite: 19:00h Conferência de abertura:Richard MiskolciLocal: Auditório da ReitoriaDia 27: Quinta-feira Manhã: 8:00 às 10:00h Mesa: Intersecções de gênero, raça e etnia Patrícia Aragão (UEPB)SEPPIR (nome a confirmar)Solange Pereira (UFPB)10:00 às 12:00h Mesa: Sexualidade, gênero, diversidade e diferença
Luiz Pereira de Lima Júnior  (UFPB)
Leandro Colling (IAC/UFBA e Associação Brasileira de Estudos  da Homocultura/ABEH)
Gilberta Soares (Secretaria da Mulher e Diversidade Humana - PB )
Liga Brasileira de Lésbicas
Tarde 14:00 às 16:00h Mesa: Ensino, gênero e diversidade Coordenador: Waldeci Ferreira Chagas (UEPB)  Iole Vanin (NEIM/UFBA)  
Lorelay Garcia (UFPB)
Representante da SPM e SECAD/MEC
16:00 às 18:00h Mesa: Gênero e religiosidade Idalina Santiago (UEPB) André Musskopf  (EST) José Vaz Magalhães Néto (UFPB)
19:00h – Minicurso “Teoria e Política Queer”
Richard Miskolci e Leandro Colling.
As inscricoes para o mini-curso sao limitadas e devem ser feitas através do e-mail juscosta@hotmail.com
21:30 – Atividade cultural (show)
Local: Praça do Centro de Educação
Dia 28 - Sexta-feira Manhã 8:00 às 12:00hApresentações de Grupos de Trabalhos Tarde 14:00 às 18:00h Apresentações de Grupos de Trabalhos19:00h – Encerramento com lançamento de livros, coquetel e show temático


Fonte: http://www.seminariogeneroufpb.org/apresenta.php

sexta-feira, 17 de junho de 2011

I FORRÓ UNIVERSITÁRIO DE SERVIÇO SOCIAL - UEPB

É HOJE!!!!
Hoje tem forró? Tem sim senhor!!
Hoje tem quadrilha? Tem e é do flor!!


O grupo flor e flor: estudos de gênero convida a todos a participarem de uma divertidíssima quadrilha florida que acontecerá hoje no curso de Serviço Social da UEPB. A quadrilha tem por objetivo modificar os papeis atribuídos a homens e mulheres nessa dança típica nordestina, então todos os integrantes que serão os participantes da festa, farão parte da quadrilha com improviso, diversão e mudança de papeis. 

sábado, 21 de maio de 2011

PESQUISA IBOPE/CDD INDICA QUE A MAIORIA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ACREDITA QUE NENHUMA MULHER PODE SER OBRIGADA A SER MÃE

Pesquisa realizada pelo IBOPE, a pedido da organização não governamental Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), teve como objetivo investigar junto à população brasileira sua favorabilidade ao recurso ao aborto


 Pesquisa IBOPE/CDD indica que a maioria da população brasileira acredita que nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe 
O IBOPE entrevistou 2002 pessoas, em 140 municípios brasileiros, em novembro de 2010. Foram aplicadas três perguntas pelo IBOPE e os resultados mostram que a maioria (quase 70%) da população brasileira concorda que uma mulher possa interromper uma gravidez quando está em risco sua própria vida ou quando o feto não tem nenhuma chance de sobreviver após o nascimento. Quando a gravidez é decorrente de um estupro 52% dos/as entrevistados/as afirmam concordar com o direito de a mulher decidir interromper a gravidez e para 96% da população não é papel do governo prender as mulheres que realizam um aborto nessas condições, mas sim o de oferecer atendimento nos hospitais públicos.
Questionadas sobre quem deve decidir sobre a interrupção de uma gravidez não planejada, a maioria (61%) dos/as entrevistados/as afirma que deve ser a própria mulher. Apenas 5% da população pesquisada, em média, entendem que instituições sociais como: Igreja, o Congresso Nacional, o Poder judiciário e o/a Presidente da República têm direito a decidir sobre o direito de a mulher interromper uma gravidez. A população entrevistada que se declarou católica mostrou ter posição favorável ao direito de decidir das mulheres sobre a maternidade, mostrando divergência de pensamento em relação ao da instituição religiosa a que pertencem que reiteradamente tem se posicionado de forma contrária ao direito de decidir das mulheres.   
 
Pergunta 1. Eu vou citar algumas situações em que o aborto pode ou não ser realizado, e para cada uma delas, gostaria de saber se o(a) sr(a) concorda ou discorda do direito da mulher realizar o aborto em cada uma destas situações.
Os dados coletados mostram que a maior parte do povo brasileiro concorda com o direito de a mulher interromper a gravidez quando sua vida corre perigo e quando a gravidez é decorrência de um estupro, como prevê a legislação brasileira.  Quando o feto não tem nenhuma chance de sobreviver após o nascimento, para a maioria da população (65%) a mulher deve poder decidir pela interrupção da gravidez, apesar de sua prática ainda ser considerada um crime no país. 
Para quase 10% das pessoas respondentes, as mulheres devem poder recorrer ao aborto quando o anticoncepcional falha ou quando faltam recursos econômicos. Vide Gráfico
 
Quando levada em consideração a categoria religião, os/as entrevistados/as que se declararam da religião católica mostraram maior concordância com o direito da mulher decidir interromper uma gravidez, do que aqueles/as que se declararam da religião  evangélica ou de outras religiões. 
P2. Quem nesta lista o(a) sr(a) acha que deve decidir se uma mulher pode ou não interromper uma gravidez não planejada?
Questionadas sobre quem deve decidir sobre uma gravidez não planejada, a maioria das pessoas entrevistadas (61%) afirma que essa deve ser uma decisão da mulher. O marido ou o parceiro foi citado por uma minoria (6%) da população. 
As instituições sociais como: Igreja, o Congresso Nacional, o Poder judiciário e o/a Presidente da República, foram relatados por uma pequena parcela da população (cerca de 5%) como tendo o direito de decidir sobre a interrupção de uma gravidez não planejada. Vide Gráfico 2.
P3. O que o(a) sr(a) acha que o governo deve fazer em situações em que uma mulher engravida por causa de um estupro?
Perguntadas sobre qual deve ser o papel do governo no atendimento a uma mulher que engravidou como resultado de um estupro, menos da metade da população (48%) referiu que o governo deve convencer a mulher a levar adiante a gravidez, oferecendo em troca pensão alimentícia. Uma parcela significativa dos/as entrevistados/as (40%) acredita que é papel do Estado oferecer atendimento nos hospitais para que a mulher interrompa a gravidez, caso ela queira. Quase a totalidade dos/as brasileiros/as (96%) acha que o governo não deve punir com a prisão a mulher que decidir interromper a gravidez, nessas circunstâncias. Vide Gráfico 3.
Quando o quesito religião é levado em consideração, os respondentes que se declararam da religião católica, mostraram menor concordância a que a mulher seja convencida pelo governo a não fazer o aborto e receba em troca pensão alimentícia, quando comparado com a população evangélica.

Pesquisa de Opinião Pública sobre o Aborto
Coordenadora:
 Rosângela Aparecida Talib
Realização:Católicas pelo Direito a Decidir
ApoioIPPF
International Women´s Health Coalition
fonte: http://catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.aspx?cod=1248